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Detalhes:
Brochura
14 x 21cm
268pp
R$ 44,90

Data de Lançamento:
15/9/2011

1ª edição

ISBN:
978-85-378-0712-5

Tradução:
José Rubens Siqueira


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Quinta Avenida, 5 da manhã
Audrey Hepburn, Bonequinha de luxo e o surgimento da mulher moderna
> Entrevista exclusiva: Sam Wasson

Você acredita que a imagem de Audrey Hepburn no cartaz de Bonequinha de luxo, elegante e irreverente ao mesmo tempo, é revolucionária para a mulher da época?
Não acredito que seja uma imagem revolucionária. Sexo e cigarros têm sido usados para vender filmes há tanto tempo quanto existem filmes para serem vendidos. O que é significante sobre o pôster, como escrevi no livro, é a forma como (bastante inteligentemente) realça o apelo erótico de Audrey enquanto ao mesmo tempo, por meio de um beijo no fundo, tranqüiliza o público com um amor à moda antiga que é tudo o que ela quer dizer.

Por que você escolheu falar sobre Bonequinha de luxo? Sua pesquisa sobre Blake Edwards (diretor do filme) ocorreu antes da ideia?
Sim, meu livro, A splurch in the kisser: the movies of Blake Edwards, foi um impulsionador natural para esse ponto. Pesquisando para o livro, fiquei surpreso com o fato de que não havia muito o que ler sobre o filme, a comédia romântica mais amada de todos os tempos. Então, percebi que tinha que fazer isso eu mesmo. Enquanto fui penetrando – pesquisando, pensando, falando – me descobri submerso num drama com personagens fabulosos, uma história não apenas sobre um filme divisor de águas, mas sobre um momento divisor de águas na cultura americana.

Bonequinha de luxo mudou a carreira de Audrey Hepburn. Você acredita que o oposto também é verdadeiro: Audrey Hepburn, com sua atuação, mudou o cinema e a cultura americana da época?
Absolutamente, sem Audrey, tenho certeza de que Bonequinha de luxo teria perdido um certo limite de sofisticação, um glamour que preenche muito o conteúdo não dito do filme. Audrey faz com que o que não está ok em Holly – isto é, que ela é uma garota de programa – fique ok. E nos repressivos anos 50, uma era de boas garotas fazendo o bem, esse pouco foi um longo caminho.

Você consegue imaginar Marilyn Moroe como Holly Golightly, como queria Truman Capote?
Absolutamente, sim, como também podia imaginar Truman Capote. É difícil de imaginar imediatamente, mas Marilyn foi sua primeira escolha para Holly. Se tivesse sido dessa maneira, nós teríamos algo muito diferente – e eu diria menos revolucionário – do que Bonequinha de luxo.
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> Nessa entrevista, Sam Wasson explica a importância do longa. Leia.

> Saiba como foi o debate sobre o livro na comemoração dos 50 anos de Bonequinha de luxo no Instituto Moreira Salles, no dia 16 de setembro.

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