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Detalhes:
Brochura
16 x 23 cm
296pp
R$ 49,90

Data de Lançamento:
19/3/2010

1ª edição

ISBN:
978-85-378-0201-4

Tradução:
Diego Alfaro

Consultoria técnica: Gabriela Carvalho (professora do Departamento de História da PUC-Rio)


Outras áreas: Administração
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Falsa economia
Uma surpreendente história econômica do mundo
> Seleção de trechos:

"A história não é determinada pelo destino, pela religião, pela geologia, pela hidrologia ou pela cultura nacional. É determinada pelas pessoas."

"Os EUA poderiam ter seguido o rumo tomado pela Argentina. Aliás, ainda podem seguir por esse caminho, caso sejam esquecidas as dolorosas lições do passado."

"Os países não enriquecem por acidente. Eles fazem escolhas que determinam o rumo seguido por suas economias. Nem sempre é fácil saber qual é o caminho certo em cada momento, ainda que possamos esboçar algumas regras gerais a esse respeito. Mas os países bem-sucedidos são os que se mostram flexíveis o suficiente para aprender com a experiência e que não se deixam capturar por grupos cujos interesses se mostram evidentemente contrários aos do país como um todo."

"A Terra se tornou um planeta predominantemente urbano. Diariamente, cerca de 180 mil pessoas em todo o mundo abandonam o campo e se mudam para uma cidade. Pela primeira vez na história, a partir de alguma data desconhecida entre 2007 e 2008, a maior parte da população mundial vive em vilas ou cidades. E o Homo sapiens sapiens está se tornando uma espécie urbana a uma velocidade surpreendente e cada vez mais acelerada. As cidades absorveram cerca de dois terços do crescimento populacional global desde 1950. A população de Londres levou 130 anos para crescer de 1 a 8 milhões. Bangkok, na Tailândia, levou 45 anos; Daca, em Bangladesh, 37 anos; e Seul, na Coreia do Sul, apenas 25. Em 1910, Londres era sete vezes maior que em 1800, mas Daca é hoje 40 vezes maior que em 1950."

"A não ser que o fluxo da história sofra uma mudança cataclísmica sem precedentes, as cidades representam o futuro. Porém, nem todos os povoados e cidades, nem todas as urbanizações, adotaram as mesmas feições. Os países sofreram processos de urbanização bons e ruins, em alguns casos por motivos essencialmente corretos, em outros, por motivos amplamente equivocados. As cidades se tornaram progressivamente maiores e contiveram uma proporção cada vez maior das habitações humanas. No entanto, muitas delas se tornaram grandes demais enquanto outras permaneceram muito pequenas, às vezes dentro do mesmo país. A tendência em direção a assentamentos cada vez maiores surgiu da incessante pressão do tempo e da tecnologia. Mas não é apenas a tecnologia que as mudam: a aparência e o funcionamento das cidades dependem das escolhas tomadas por elas próprias e pelos países nos quais se alojam."

"Um dos países mais úmidos do Mediterrâneo é um dos mais secos do mundo. Uma economia com uma vantagem natural em um mercado limitado pode acabar por apresentar um fraco desempenho em um mercado mais amplo. Não faz muito sentido gastar toda sua preciosa água na produção de alimentos que poderão ser comprados do exterior de maneira muito mais eficiente. Assim como a Roma Antiga, o Egito moderno importa a metade de seus alimentos essenciais."

"Até recentemente, a ideia de que os minerais causam mais problemas do que de fato vale a pena poderia ter soado estranha para muita gente. Poucas pessoas de fora do círculo dos economistas do desenvolvimento estavam familiarizadas com os trabalhos lidando com a “maldição dos recursos” — uma praga com um nome que nos remete aos piratas, como a Maldição do Pérola Negra que perseguiu o capitão Jack Sparrow em Piratas do Caribe. Atualmente, o pêndulo da opinião pública começou a oscilar. O poder corruptor da riqueza mineral foi mostrado de maneira agressiva e esquemática em filmes como Diamante de sangue, ambientado na guerra civil que varreu Serra Leoa na década de 1990, transformando o país em um dos mais destituídos do planeta. Quando o regime de Saddam Hussein caiu em Bagdá, um dos primeiros questionamentos públicos foi sobre de que maneira o Iraque recém-conquistado poderia evitar a má administração de seu petróleo, algo que caracterizara tantos outros países do Oriente Médio."
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> Em entrevista para jornalista do The Washington Times, o autor fala sobre o livro.

> Leia matéria sobre esse livro no The Washington Post.

> No Guardian, resenha sobre Falsa economia.

CONFIRA TAMBÉM!
The New York Times, Bono Vox e o próprio autor. Leia comentários sobre esse livro.

> Leia matéria publicada no The New York Times.

> Consulte alguns polêmicos trechos desse livro.

> "Claro que há um pouco de sorte, mas ao longo do tempo esta é ofuscada em importância pelas escolhas que cada país faz." Leia entrevista com o autor.

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