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A Lição de Charcot

SINOPSE

Entre 1885 e 1886, em visita ao hospital parisiense La Salpêtrière, Freud entrou em contato com o “teatro da histeria” dirigido por Charcot — experiência que viria a ser determinante para o nascimento da psicanálise.
Antonio Quinet usa esse encontro como base para criar uma peça em que propõe um gênero novo de articulação entre arte e pensamento: a psicanálise implicada no teatro. O autor fala da histeria a partir do teatro – não numa narrativa histórica e sim numa interpretação cênica que tem como ponto de partida o que o inconsciente histérico ensina: quem comanda é a Outra Cena.
Ambientada na Salpêtrière e na mansão de Charcot, essa peça traz à cena as histerias de hospital e de salão. Convulsiva, dramática, lírica, contorsionista, cômica e ilusionista, a histeria aparece em todo seu esplendor de situações e sintomas como expressão artística e modalidade de laço social, para além da patologia. Protagonizam a peça Charcot, Freud e Babinski, acompanhados de coadjuvantes do porte de Sarah Bernhard, D. Pedro II e muitos outros, que se deslocam no palco da história para fazer brilhar o protagonista: o corpo encharcado de histeria.
O livro inclui uma contextualização histórica dos personagens, além de anexos em que o autor apresenta uma cronologia das diferentes concepções da histeria (do antigo Egito até os dias de hoje) e esclarece em linguagem simples o que é essa afecção – uma questão ainda extremamente polêmica, pertinente e atual. Contando com mais de 50 ilustrações, A lição de Charcot é para ser aprendida tanto por curiosos quanto por profissinais da mente e do palco.
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