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Freud e a Judeidade
A vocação do exílio
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“É um livro maravilhoso, claro, sério. Mostra de uma maneira original Freud com sua procura corajosa e incessante do outro.”
Clara Sverner, Idéias - Jornal do Brasil, 27/07/2002

"O que dizer do livro de Betty Fuks, depois de dizer o óbvio – que é um dos livros mais brilhantes sobre o tema da relação entre a psicanálise e o judaísmo? (...)Redundante ou tendenciosa, esta resenha se terá justificado se contribuir para que o importantíssimo livro de Betty Fuks seja lido pelo grande público. Esperemos que ele possa devolver a psicanálise à sua vocação de pensamento da diferença, do não-idêntico, do exílio. E que possa ajudar-nos, judeus e não-judeus, a refazer a experiência da dupla identidade, sem a qual a psicanálise não teria podido surgir, e sem a qual perderíamos a capacidade de comunicar-nos com o Outro fora de nós, o estrangeiro, e com o Outro dentro de nós, o inconsciente."
Sergio Paulo Rouanet, Jornal de Resenhas - Folha de S.Paulo, 13/10/2001

"(...) uma preciosa reflexão sobre o que quer dizer ler em psicanálise. E, em decorrência disso, uma minuciosa crítica da literatura da psicanálise aplicada às artes e às ciências, demarcando-se de uma tradição que ora explica Freud mediante o judaísmo, ora explica o judaísmo mediante Freud."
Ricardo Goldemberg, Revista Psicanalítica de Brasília, 2001

"O livro de Betty Fuks é de extraordinária oportunidade. Motivos não faltam para sustentar esta afirmação, mas de imediato, podemos destacar que a autora exerce no seu processo de elaboração aquilo que reconhece como sendo o mais próprio da psicanálise, isto é, seu desejo de diferença. (...) A proposta da autora, ousada, sem dúvida, é a de pensar uma nova relação, quase uma inversão: a da criação da psicanálise por este "judeu sem Deus", como Freud se designava, como sendo a expressão maior de uma exemplar judeidade."
Ieda Tuckerman, Idéias - Jornal do Brasil, 23/12/2000

"Freud e a Judeidade contém uma pesquisa extensa sobre os dados judaicos da constituição da psicanálise, mas também indicações importantes para uma clínica psicanalítica. (...) Enfim um livro repleto de momentos criativos, que demonstra não apenas a maturidade da autora, como é mais uma prova de que a psicanálise brasileira já estabeleceu sua pertinência e afirmações de modo próprio."
Chaim Samuel Katz, Caderno Prosa e Verso - O Globo, 07/10/2000

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